Folhas informativas

 

01 Como é que as sebes-vivas contribuem para controlar as pragas e as doenças na vinha?

A vinha é uma cultura agrícola que pode estar sujeita a algumas pragas e doenças, as quais tomam maior ou menor dimensão num ano consoante as condições locais e do clima. Por exemplo a traça-da-uva, causa perdas severas aos viticultores uma vez que as larvas perfuram as uvas e contribuem para a dispersão de doenças.

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02 Cultivo de cogumelos

Para muitos dos proprietários florestais privados na Finlândia (c.a 600 mil), a floresta é uma fonte de rendimento adicional. Por exemplo, o rendimento proveniente do abate de árvores de pequeno diâmetro, resultantes dos desbastes, é muito reduzido. A produção de cogumelos numa propriedade florestal pode aumentar o rendimento destes proprietários, obtendo-se um retorno financeiro entre 1 ano após a inoculação, ou até 8 anos após a inoculação no caso de cogumelos chaga (Inonotus obliquus).

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03 Nogueiras (Juglans regia) em sistemas agroflorestais

A nogueira (Juglans regia) é largamente cultivada por toda a Europa. É uma árvore com grande potencial comercial. A sua noz nutritiva e a madeira de alta qualidade são muito valorizadas, e com procura elevada. O sul da Europa e os países mediterrâneos da UE são líderes do mercado europeu, e mundialmente, lideram os EUA e a China. O cultivo comercial de nogueira ainda é raro em países como a Bélgica, onde quase toda a noz é importada. Esta situação representa uma boa oportunidade para a produção regional de noz.

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04 Instalação de castanheiros em sistemas agroflorestais

Os castanheiros têm sido cultivados na Europa desde há seculos com o objetivo de produção de fruto e/ou madeira. Os países montanhosos no Sul são tradicionalmente os maiores produtores de castanha na Europa. Embora permaneçam uma cultura marginal noutras regiões, a indústria da castanha tem vindo recentemente a expandir-se.

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05 Captação de águas pluviais em sistemas silvopastoris no Mediterrâneo

Nas regiões secas, como na bacia Mediterrânica, a disponibilidade de água é uma preocupação que requer a promoção de práticas e ferramentas de gestão sustentáveis. Este problema é ainda mais acentuado num cenário de alterações climáticas. A chuva pode também ser uma causa de erosão do solo. Tal acontece, por exemplo, quando o solo tem baixa capacidade de armazenamento de água e/ou durante eventos extremos como chuva torrencial num período de tempo curto.

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06 Cortinas de abrigo e quebra-ventos: princípios para a sua instalação

O vento pode afetar culturas e animais, atuando direta ou indiretamente nos processos mecânicos ou fisiológicos relacionados com o microclima e o solo. Existem diversos elementos arbóreos que, quando corretamente inseridos numa exploração ou paisagem, permitem reduzir estes efeitos.

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07 A contribuição dos sistemas agroflorestais para a economia circular

A necessidade de promover um desenvolvimento económico suportado por modelos sustentáveis, torna a bioeconomia e a economia circular em fatores chave no contexto atual. Estas abordam alguns dos maiores desafios europeus e mundiais como alterações climáticas, perda da biodiversidade, incêndios florestais, plástico nos oceanos, etc.

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08 Utilização de derivados de folhas de oliveira

As folhas de oliveira são fibrosas e de baixa digestibilidade, especialmente em termos de proteína bruta, e por isso promovem uma fermentação ruminal muito pobre. No entanto, quando frescas, têm um valor nutritivo superior e poderão ser incluídas com sucesso como suplemento na dieta animal.

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09 Bioprodutos e cadeira de valor inovadora da fileira do azeite

Os pomares tradicionais são responsáveis por grande parte da área ocupada pela espécie oliveira na União Europeia, sobretudo em zonas agrícolas marginais. Para manter esta área é necessário reconhecer o seu papel multifuncional e melhorar o rendimento do agricultor que se dedica ao seu cultivo.

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10 Gestão do subcoberto nas linhas das árvores

Numa exploração agroflorestal de gestão silvoarável existe sempre uma área debaixo das copas das árvores onde o cultivo é mais difícil, designada por entrelinhas das árvores. Estas áreas têm funções importantes: (i) proteção da árvore contra possíveis danos, por exemplo, pela utilização de maquinaria, (ii) facilitação do acesso durante a época da colheita, (iii) funções ecológicas como a diversificação dos habitats e fornecimento de alimento a animais.

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11 Sistemas 'alley cropping' diversificam a sua exploração e melhoram o ambiente

O cultivo intercalado de culturas e linhas de árvores (‘alley cropping’) é um sistema inovador que merece ser explorado pelos agricultores que procurem, além do rendimento da produção anual, um rendimento adicional a longo prazo, assim como aumentar a resiliência do seu sistema.

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12 Pastoreio da forragem arbórea, sua conservação e nutrição

No geral, o pastoreio da forragem arbórea fresca (i.e., o acesso a folhas frescas e pequenos ramos) ou conservada é nutricionalmente equivalente ou superior ao pastoreio em pastagem (i.e., herbáceas). As árvores são uma boa fonte de micronutrientes, sobretudo de minerais e de vitaminas.

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14 Uso produtivo do espaço entre árvores na linha de plantação

A plantação de árvores em campos aráveis ou hortas é muitas vezes associada à redução da área utilizada na produção da cultura anual. Dependendo do desenho do sistema agroflorestal, das espécies de árvores, da sua idade e da disposição, esta área (localizada por baixo das copas e entre as árvores) pode atingir 25% da área cultivada numa monocultura agrícola.

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16 A importância da pastagem de espécies arbustivas

As charnecas europeias estão normalmente associadas a práticas de uso do solo tais como corte, queima e pastoreio, e são apoiadas pela União Europeia dentro da estrutura da agricultura de elevado valor natural. No entanto, o despovoamento rural e o abandono das práticas de gestão contribuem para a acumulação de biomassa elevada nas zonas tradicionalmente ocupadas por sistemas silvopastoris (ex: charnecas), e outras zonas de matos da região atlântica da União Europeia, tornando-as assim mais suscetíveis a incêndios.

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18 A gestão das sebe-vivas para produção de lenha

Ross Dickinson, um agricultor, fornecedor de lenha e comerciante em Dorset,explica:

- “Mudei a gestão de uma das minhas sebes: em vez de podar todos os anos passei para uma talhadia em rotação de 15 anos. Considerando a poupança que obtenho com as podas, consegui um retorno financeiro suficiente para manter um funcionário.” 

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19 Colaboração para a promoção do sucesso de sistemas agroflorestais

A maioria dos sistemas agroflorestais existentes no Reino Unido foram instalados pelo agricultor e proprietário do terreno, o qual pode gerir a exploração nessa qualidade. No entanto, muitos agricultores não dispõem de tempo nem de conhecimento técnico especializado para concretizar a plantação das árvores, garantir as operações de gestão necessárias, ou do capital necessário para investir em árvores ao iniciarem um novo investimento agrícola. Situação semelhante pode ser encontrada noutros países como em Portugal.

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22 Produção de plantas medicinais em sistemas agroflorestais

O louro (loureiro, Loureiro-comum, Loureiro-dos-Poetas, Loureiro vulgar, Sempre-verde) é uma planta lenhosa nativa do Mediterrâneo, que se distribui pela Península Ibérica sobretudo em zonas de ravina (húmidas e à sombra), em zonas costeiras, tanto mediterrâneas como atlânticas. Esta espécie tem uma ampla distribuição, aparecendo naturalmente sobretudo a baixas altitudes (<400 m), em áreas costeiras e florestas ribeirinhas.

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23 Produção de plantas aromáticas e medicinais em sistemas agroflorestais

O sabugueiro (Sabugueiro-negro, Candelheiro) é uma planta lenhosa com uma ampla distribuição natural na Europa, presente em áreas frescas, e nas orlas da maioria das florestas de caducifólias, em solos ricos e húmidos independentemente da sua natureza química. O sabugueiro encontra-se também perto de áreas urbanas ou zonas de produção de gado, pois prefere solos ricos em azoto.

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37 Gestão pós-fogo de povoamentos florestais de sobreiro (Quercus suber)

Os povoamentos florestais de sobreiro (Quercus suber) e os ecossistemas em que estes se inserem, têm uma grande importância sócio-económica e ecológica na Bacia do Mediterrâneo ocidental, onde ocupam mais de dois milhões de hectares. O sobreiro tem uma característica única que o distingue de todas as outras espécies folhosas mediterrânicas: uma casca que pode atingir 30 cm de espessura (cortiça), e que tem sido usado pelas pessoas há milénios, constituindo um recurso natural renovável, e uma matéria-prima valiosa e versátil.

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